Grande parte da minha paixão pela
Volta à França devia-se a Lance Armstrong. A par do Roger Federer, este senhor
era para mim um ídolo. O ter ultrapassado o cancro, a batalha que travou, o
tempo que dedicou a preparar a 1ª volta a França, etc. Vibrei tantas vezes com
as subidas e as arrancadas para a meta e agora o tipo vem dizer que é um
aldrabão? É uma vergonha. Para ele e
para toda a modalidade. A sério que estou triste.
Aproveitar e viver bem um dia de cada vez, conviver muito, ouvir boa música, namorar bastante e dar muitos,mas mesmos muitos beijinhos nos miúdos. Enfim, ser feliz!
17/01/2013
15/01/2013
Em crise
Eu até nem
sou muito de me deprimir com esta história da crise. Nem com outras crise em
geral. Mas hoje de manhã, quando recebi o Diário da República com as novas
taxas de IRS confesso que me deu um calafrio. Somando o aumento com a sobretaxa
de 3,5% é uma grande fatia. E chocante mesmo é ver que ter 3, 4 ou 5 filhos é
exatamente igual.
Uma coisa é termos que cortar pelas nossas despesas, pelos
nosso excessos, porque eventualmente tivemos um azar na vida, outra é termos
tudo controladinho e termos que cortar porque alguém fez mal a s contas. Com o
tempo isto vai, mas hoje tenho um sentimento de revolta.
09/01/2013
Em repeat...
Já que estou doente e não me apetece escrever partilho a música que ando a ouvir vezes e vezes sem conta. Estes senhores são mesmo bons.
02/01/2013
2013, o início...
Começar 2013 com uma bela constipação e dor de ouvido não é bom presságio, pois não?
Bem me parecia...
Bem me parecia...
31/12/2012
Este ano que acaba...
Assim em jeito de balanço posso
dizer que 2012 foi um ano bem bom. Realizei uma das viagens da minha vida,
tivemos umas férias de verão espetaculares, nada de doenças, notas da escola
fantásticas e disfrutei muito. Na realidade, para 2013, não peço mais. Peço
saúde, trabalho, lucidez de espírito e a companhia dos que eu gosto.
Bom Ano!
27/12/2012
Há muito tempo que tenho por hábito tirar férias na semana entre o
Natal e o Ano Novo. Não são duas semana como nos tempos de escola, para grande
pena minha, mas sempre dava para parar uns cinco diazinhos. Eram dias de dolce
fare niente, ou melhor, dias de sofá e mesa posta. Entre sonhos, rabanadas e
bolo-rei, marchava muito colesterol e açúcar, mas também havia imenso tempo
para brincarmos com as prendas novas, montar os legos, jogarmos uns jogos (e
este ano recebemos o Cluedo, que grande loucura) e vermos os filmes novos que
nos ofereceram.
Este ano, como já passeei como se não houvesse amanhã sobrou-me apenas
um dia. E agora, enquanto o resto da família desbunda, eu estou aqui abandonada
em frente ao computador. E ainda por cima, a chocar uma constipação. Snif,
snif.15/12/2012
08/12/2012
07/12/2012
02/12/2012
29/11/2012
28/11/2012
27/11/2012
19/11/2012
Ir
Se pudesse escolher um destino
para onde pudesse fugir ir sempre que me apetecesse, esse destino seria
o Brasil. Assim como quem faz o passeio dos tristes pela marginal, eu aí ali
até ao outro lado do Atlântico. Eu sei que o mundo é enorme e há milhões de
sítios lindíssimos para visitar, mas o Brasil enche-me as medidas. A comida, as
pessoas, a música, a beleza natural, a água de coco, as caipirinhas, as
havaianas e etc e etc. Estou aqui a ouvir a Marisa Monte e só me apetece partir
para a Baía já de seguida. Embora seja longe para burro e não desse para pedir
ajuda à minha mãe como peço a toda a hora, era para ali que partia se apostasse
numa carreira internacional. E agora que as coisas por aqui andam tão
cinzentas, apetece ainda mais aquele verde e amarelo.
Tarde de domingo
Gosto tanto de uns crepes acabados de fazer numa tarde de domingo. Ontem foi dia, com chá, canela, doce e chocolate derretido. Bom, mas bom.
Um dia destes tenho mesmo que encontrar uma daquelas máquinas de fazer os crepes direitinhos.
08/11/2012
Diz a Marisa Monte no seu último álbum:
Amar alguém só pode fazer bem
Não há como fazer mal a ninguém
Mesmo quando existe um outro alguém
Mesmo quando isso não convém
Amar alguém e outro alguém também
É coisa que acontece sem razão
Embora soma, causa e divisão
Amar alguém só pode fazer bem
Amar alguém só pode fazer bem
Amar alguém só pode fazer bem
Amar alguém só pode fazer bem
Amar alguém
Amar alguém não tem explicação
Não há como conter o furacão
Amores vão embora
Amores vêm
Não se decide amar e nem a quem
Amar alguém só pode fazer bem
Seja só uma pessoa ou um harém
Se não existe algoz e nem refém
Amar alguém e outro alguém também
Gosto mesmo do que esta moça canta. A ver se não perco no seu regresso a Lisboa.
Amar alguém só pode fazer bem
Não há como fazer mal a ninguém
Mesmo quando existe um outro alguém
Mesmo quando isso não convém
Amar alguém e outro alguém também
É coisa que acontece sem razão
Embora soma, causa e divisão
Amar alguém só pode fazer bem
Amar alguém só pode fazer bem
Amar alguém só pode fazer bem
Amar alguém só pode fazer bem
Amar alguém
Amar alguém não tem explicação
Não há como conter o furacão
Amores vão embora
Amores vêm
Não se decide amar e nem a quem
Amar alguém só pode fazer bem
Seja só uma pessoa ou um harém
Se não existe algoz e nem refém
Amar alguém e outro alguém também
Gosto mesmo do que esta moça canta. A ver se não perco no seu regresso a Lisboa.
07/11/2012
Cumplicidades
Quarta-feira é dia de almoço
mãe/filhos mais velhos e eu adoro. Eles escolhem onde querem almoçar, o que
querem falar e tentam não se atropelar um ao outro. Já o ano passado tínhamos
este ritual, embora mais espaçado, e eu acho que nos faz muito bem a todos. Quando
somos muitos em casa (e nós nem somos assim tantos) há invariavelmente mais
espaço para uns do que outros e estes almoços a 3 tornam as conversas mais
cúmplices. Uma das vantagens de trabalhar perto de casa de casa e das escolas
deles é esta mesmo, estar mais disponível do que estava quando trabalhava mais
longe. E como estes momentos passam num instante eu quero aproveitá-los ao
máximo. É que agora eu ainda sou a SUPER Mãe e gosto mesmo desse papel.
Hoje creio que vai ser dia de
McDonalds e apetecem-me mesmo umas belas batatas fritas.
28/10/2012
26/10/2012
17/10/2012
Pensar antes de agir
Ontem quando ouvi a notícia da
escola que tinha deixado uma criança de 5 anos sem almoçar e ainda por cima a
ver os colegas a comer, fiquei em choque, mas achei logo tudo muito mal
contado. Aliás todos os relatos vinham apenas do lado da mãe e como sempre
todas as histórias têm 2 lados e sem ouvi-los não deveríamos nunca fazer
juízos de valor. Se a história foi exatamente assim é de uma crueldade enorme,
mas para quem tem filhos em escolas públicas e tem minimamente a ideia de como
funcionam, sabe que não há aqui qualquer coisa mal contada. Ora quem não tem dinheiro para a
alimentação dos filhos tem direito ao SASE e ou paga muito pouco pelas refeições
ou não paga nada. Portugal pode ter muitos defeitos, mas o SASE ainda existe.
Por outro lado é frequente as professoras avisarem que os meninos têm o
pagamento das refeições em atraso. E avisam uma, duas e várias vezes, que eu já
assisti.
Por isso mesmo antes de atirarem
pedras a diretora do agrupamento e de criarem movimentos no facebook esperem
pela verdade dos factos. É que já não é a primeira vez (nem se calhar a última)
que a comunicação social lança uma bomba destas e vai-se ver não era bem assim.
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