Diz a Marisa Monte no seu último álbum:
Amar alguém só pode fazer bem
Não há como fazer mal a ninguém
Mesmo quando existe um outro alguém
Mesmo quando isso não convém
Amar alguém e outro alguém também
É coisa que acontece sem razão
Embora soma, causa e divisão
Amar alguém só pode fazer bem
Amar alguém só pode fazer bem
Amar alguém só pode fazer bem
Amar alguém só pode fazer bem
Amar alguém
Amar alguém não tem explicação
Não há como conter o furacão
Amores vão embora
Amores vêm
Não se decide amar e nem a quem
Amar alguém só pode fazer bem
Seja só uma pessoa ou um harém
Se não existe algoz e nem refém
Amar alguém e outro alguém também
Gosto mesmo do que esta moça canta. A ver se não perco no seu regresso a Lisboa.
Aproveitar e viver bem um dia de cada vez, conviver muito, ouvir boa música, namorar bastante e dar muitos,mas mesmos muitos beijinhos nos miúdos. Enfim, ser feliz!
08/11/2012
07/11/2012
Cumplicidades
Quarta-feira é dia de almoço
mãe/filhos mais velhos e eu adoro. Eles escolhem onde querem almoçar, o que
querem falar e tentam não se atropelar um ao outro. Já o ano passado tínhamos
este ritual, embora mais espaçado, e eu acho que nos faz muito bem a todos. Quando
somos muitos em casa (e nós nem somos assim tantos) há invariavelmente mais
espaço para uns do que outros e estes almoços a 3 tornam as conversas mais
cúmplices. Uma das vantagens de trabalhar perto de casa de casa e das escolas
deles é esta mesmo, estar mais disponível do que estava quando trabalhava mais
longe. E como estes momentos passam num instante eu quero aproveitá-los ao
máximo. É que agora eu ainda sou a SUPER Mãe e gosto mesmo desse papel.
Hoje creio que vai ser dia de
McDonalds e apetecem-me mesmo umas belas batatas fritas.
28/10/2012
26/10/2012
17/10/2012
Pensar antes de agir
Ontem quando ouvi a notícia da
escola que tinha deixado uma criança de 5 anos sem almoçar e ainda por cima a
ver os colegas a comer, fiquei em choque, mas achei logo tudo muito mal
contado. Aliás todos os relatos vinham apenas do lado da mãe e como sempre
todas as histórias têm 2 lados e sem ouvi-los não deveríamos nunca fazer
juízos de valor. Se a história foi exatamente assim é de uma crueldade enorme,
mas para quem tem filhos em escolas públicas e tem minimamente a ideia de como
funcionam, sabe que não há aqui qualquer coisa mal contada. Ora quem não tem dinheiro para a
alimentação dos filhos tem direito ao SASE e ou paga muito pouco pelas refeições
ou não paga nada. Portugal pode ter muitos defeitos, mas o SASE ainda existe.
Por outro lado é frequente as professoras avisarem que os meninos têm o
pagamento das refeições em atraso. E avisam uma, duas e várias vezes, que eu já
assisti.
Por isso mesmo antes de atirarem
pedras a diretora do agrupamento e de criarem movimentos no facebook esperem
pela verdade dos factos. É que já não é a primeira vez (nem se calhar a última)
que a comunicação social lança uma bomba destas e vai-se ver não era bem assim.
16/10/2012
Desilusão
Com tanta notícia de crise e tanta gente a fazer contas à vida ainda mais falta fazem as alegrias da bola. A verdade é que também aqui as contas estão complicadas. Enfim, um mal nunca vem só...
15/10/2012
12/10/2012
Porque hoje é sexta-feira
E porque se avizinham tempos realmente difíceis, uma musiquinha das boas para animar.
03/10/2012
O Messi é realmente um jogador fora de série e do dia de ontem só lamento uma coisa: o facto do jogo ser na Luz e eu à mesma hora estar em Barcelona. O privilégio de ver este jogador (e o resto do Barcelona também) ao vivo é uma sorte.
O meu Benfica não esteve nada mal, porque não esteve, mas o Barça é de outra galáxia.
27/09/2012
Adoro as cores do Outono. As folhas amarelas e escarlate. E adoro a cor com que ficam as cerejereiras na Serra da Gardunha. Mas é só mesmo isso, porque na realidade não gosto que o Verão acabe , que volte a chuva, que a temperatura desça até aos 15º e muito menos da mudança da hora.
Por mim era sempre Verão, com alguns dias de Primavera. E chovia só à noite.
20/09/2012
Amo-te João
Para o meu amor e por tudo o que temos partilhado neste 15 anos em conjunto:
P.S. E este último ano então, foi muito bom.
P.S. E este último ano então, foi muito bom.
19/09/2012
Famílias numerosas
Os jantares em nossa casa são sempre
muito barulhentos animados, ainda mais esta semana em que houve o regresso às aulas. Tanto a
mais velha como o do meio mudaram de escola, de turma e de professores por isso
há um montão de coisas novas para falar. A somar a isto há o mais pequeno que
também não quer ficar atrás e conta inclusive o que foi o almoço. E como lá em
casa todos falam alto, muito e rápido, estão mesmo a imaginar a praça que cria
por volta das 20 horas. Ontem tive que criar a regra de pôr o braço no ar para
falar e esperar que o outro acabe, que apesar de ser bem básica parece que anda
um pouco esquecida ultimamente lá por casa.
É verdade que por definição
técnica nós somos uma família numerosa, mas na realidade eles são só 3.
Ponho-me frequentemente a pensar como será a hora do jantar numa família
realmente numerosa (com 5 filhos ou mais). A hora do jantar e não só. Tem que
haver realmente muita disciplina, mas também muita disponibilidade dos pais,
porque eu só com três às vezes penso que vou explodir. E eu até me considero
uma pessoa paciente.17/09/2012
Nunca fui muito reivindicativa. Na realidade sou mais do tipo compreensivo do que queixoso ou crítico. Acho que a única vez que senti mesmo que devia gritar contra foi na altura da PGA. (Sim eu faço parte dessa geração rara que passou por uma das 3 PGA’s existentes e que deve ter sido uma das criações mais aberrantes do ensino.)
Desde essa altura que concordo com algumas medidas governamentais e discordo de outras, mas nunca nenhuma delas me motivou ao ponto de me manifestar. O mesmo acontece com esta última medida da TSU, que acho errada, mas que não me move ao ponto de ir para rua. No entanto não consigo deixar de olhar admirada para a manifestação de sábado, com tanta gente, de todas as idades e classes sociais, que encheu as ruas de Lisboa. Correu tão, mas tão bem (vamos esquecer os palhaços de sábado à noite em frente ao Parlamento) que só por isso já valeu a pena. E porque nós não somos os gregos, conseguimos gritar bem alto a nossa indignação sem que para isso tivesse sido necessário agredir os polícias que apenas estão a trabalhar e que realidade vão perder tanto como nós.
O medo, o horror
Então não é que o meu secador maravilha deu o berro esta manhã?! Primeiro dava calorzinho e de repente puf, começou a deitar fumo. Eu sei que já não vai para novo, mas abandonar-me assim sem apelo nem agravo, não se faz. Espero que o senhor arranjador o consiga resuscitar e trazer de novo.
11/09/2012
Medo, medo
É verdade que nós somos um país de brandos costumes. Reclamamos muito, às vezes até de mais, mas não somos de guerra, violência e na realidade não “nos passamos facilmente da marmita”. No entanto a comunicação de 6ª feira gerou uma onda de descontentamento mais forte e consensual do que o habitual. Grande parte da população tem uma sensação de injustiça, de que são sempre os mesmos que pagam. E pagamos muito. Depois há ainda o incrível aumento da gasolina, dos passes sociais, dos legumes, do pão, dos livros escolares. Confesso que não entendo como há pessoas que conseguem esticar o ordenado até ao final do mês.
Só espero que ninguém se passe e ponha o país em estado de guerra. É que paciência tem limites e a de muita gente deve estar mesmo a esgotar-se.
10/09/2012
Porque tristezas não pagam dívidas...
Vamos mas é lá começar a semana com uma musiquinha de quando eu era jovem e tinha sonhos.
Estou lixada mas o melhor é continuar em frente com um sorriso nos lábios. Tenho tempo para fazer contas e ver onde vou cortar.
(para ouvir bem alto)
30/08/2012
29/08/2012
Há doze anos, quando a Joana nasceu, uns amigos nossos perguntaram-nos se queríamos ficar com a empregada deles, uma vez que eles iam viver para o Algarve e queriam deixá-la orientada e numa família de confiança. Confesso que a princípio fui muito resistente a esta ideia. Quando era miúda a minha mãe conseguiu o recorde de 7 empregadas no espaço de um ano e a mim não me estava a apetecer passar pela mesma experiência. Na altura correu tão bem que uma das empregadas fartou-se a meio do dia, deixou-me na porteira e foi-se embora.
Depois tinha a teoria que uma criança fica sempre melhor na escola, onde estão pessoas que estudaram para isso, do que em casa com uma ama. Resumindo, a ideia de deixar a minha filha com uma só pessoa o dia inteiro assustava-me de grande. Mas os nossos amigos diziam maravilhas da empregada, que tinha imenso jeito com os miúdos, que cozinhava lindamente, que era super organizada e patati patatá e eu lá decidi experimentar.
Foi assim que há 12 anos a Beta entrou na nossa vida. E ainda bem. A nossa Beta é uma pessoa extraordinária que trata da nossa casa como se fosse dela e trata os miúdos como se fossem dela também. A nossa vida é bem melhor graças à Beta e às atenções que ela tem connosco e os miúdos sentem-na como da família.
Ontem foi o aniversário da Beta e resolvemos ser nós a preparar o bolo de aniversário. Eu fiz o bolo, a Joana e o Francisco fizeram as flores e todos juntos fizemos a montagem. Deu um bocadinho de trabalho, mas a Beta merece.
27/08/2012
22/08/2012
Home sweet home
E depois de 15 maravilhosos dias de boa vida, mais de 2.250 quilómetros percorridos, muita comidinha boa, cerveja fresquinha, gelados fantásticos e belíssimos passeios eis que regressámos ao lar.
Foram umas férias fantásticas, visitámos lugares lindíssimos, conhecemos praias maravilhosas e tirámos imensas fotografias. Foram 15 dias, mas podiam ter sido bem mais porque ninguém estava cansado. Um dia era passeio, no outro era praia e piscina. Resumindo, os espanhóis continuam a ter umas tapas deliciosas, os franceses continuam bem antipáticos e nós divertimo-nos à grande.
Foram umas férias fantásticas, visitámos lugares lindíssimos, conhecemos praias maravilhosas e tirámos imensas fotografias. Foram 15 dias, mas podiam ter sido bem mais porque ninguém estava cansado. Um dia era passeio, no outro era praia e piscina. Resumindo, os espanhóis continuam a ter umas tapas deliciosas, os franceses continuam bem antipáticos e nós divertimo-nos à grande.
Parque Güell - Barcelona
A "nossa praia" - Saint Mandrier sur Mer
Saint Tropez
Avignon
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